quarta-feira, 27 de abril de 2016

O desafio final



Ashee-Tee-Ram era um mestre versado nas ciências do pensamento e comportamento social, bem como um profundo conhecedor do deslocamento e funcionamento dos corpos celestiais. Compunha a Sociedade Real dos Altos conhecimentos em Pleias, planeta pertencente à Constelação de Andrômeda.

Responsável pelo ensinamento aos mais jovens, estava sempre atento ao desenvolvimento do cosmos estudando a relação entre este e o comportamento dos planetas e humanoides. Certo dia foi convocado para uma reunião do conselho planetário de Pleias tratando do andamento das invasões de humanoides de outros orbes em planetas em fase de desenvolvimento, como a Terra. A reunião na verdade se tratava de um convite, uma espécie de convocação a todos aqueles que voluntariamente se dispusessem a ajudar os planetas em perigo. Detalhou-se o processo de criação embrionária de uma raça humanoide na Terra executada pelos Anunnaki. Aquilo mexeu e perturbou Ashee-Tee-Ram profundamente. Fora dado um breve espaço de tempo àqueles que se voluntariaram.

Dormindo mal com a decisão que teria que tomar, suas aulas passaram a ser dispersas e sempre ao final do dia subia ao monte Carmaram sozinho refletindo sobre o que teria que deixar para trás, caso decidisse partir. Do alto do monte avistava a tessitura de seu planeta, ruas geometricamente perfeitas, bem delineadas, as gentes lá embaixo e a segurança de um lugar que, superado os períodos tenebrosos de guerra, fome e divisão, teria que enfrentar situações difíceis, a maldade e arrogância dos Anunnaki e os agouros de um planeta em gestação, cujo processo de desenvolvimento foi entrecortado pela interferência de outros seres.

Dias se passaram até que enfim tomou a decisão. Partira para a Terra, provavelmente por tempo indeterminado. Em Pleias foi saudado com herói juntamente com os demais que tomaram a mesma postura. Foi incumbido da responsabilidade de guiar a nave até uma colônia de preparação na órbita da Terra. Vestiu seu uniforme de gala: um vestido azul-gôndora, um elmo doirado em formato de um portal deixando apenas os olhos descobertos e uma abertura que ia por cima do nariz até abaixo da boca, o símbolo de Pleias bem na altura do plexo solar representando a união de todos os povos da Constelação de Andrômeda.

Na colônia passou por um período de preparação, estudo sobre a história da Terra, na verdade, Gaia, a dificuldade que teria em baixar sua densidade vibracional de 6ª para a 3ª dimensão, incluindo a perda de habilidades e memória em decorrência da baixa densidade da Terra que ocorre no processo de encarnação. Teria que contar apenas com sua intuição, sua bondade, e ensinar os seres humanos terráqueos o processo de evolução e reconexão com o cosmos e desvelar as mentiras que os Anunnki, adorados como deuses, contaram. 

Iniciou então o processo reencarnatório. Juntamente com o conselho espiritual da Colônia, decidiu o lugar que nasceria, a família, suas provações, bem como desafios e missão. Tudo foi meticulosamente programado até começar a decrescer em tamanho dia após dia, a retroceder em conhecimento, a perder a memória das coisas que aprendera até então, ficar do tamanho de um embrião e ser atraído para o útero de uma terráquea.

Nasceu na antiga Suméria, lugar de adoração dos Anunnaki. Como era esperado, interessou-se pelas antigas astronomia e astrologia tornando-se um sacerdote do templo Antu, mas não se lembrara de quem era e nem de onde viera. Ainda assim, era muito comum ver o agora jovem Ahtar, nome que seus país lhe deram, olhando para os céus, admirando as estrelas e procurando corpos celestiais. Seu desafio era o desenvolvimento do conhecimento para o bem, não pendendo a fornecê-lo para aqueles que dominavam a cidade utilizando-o para o mal. Enfrentava essa refrega todos os dias, sobretudo à medida que seu conhecimento se avolumava, sempre com o risco de cair em mãos erradas.

Reencarnação após reencarnação o antigo Ashee-Tee-Ram distanciava de seu intento inicial incorporando hábitos e costumes terráqueos, bem como as suas vicissitudes. Já não se recordava de sua missão, mesmo após cada morte retornando para a colônia fazendo um balanço de sua vida pretérita. No entanto, o acúmulo de práticas terráqueas, a densidade de Gaia, cada vez mais pesada, o envolvimento com doutrinas ilusórias, a consumação de alimentos densos e pesados, acrescentado da chegada de outra raça humanoide, os reptilianos, executando serviços a mando dos Anunnaki, que partiram em busca de ouro em outras galáxias, aumentando o processo de exploração, enganação iniciada pelo Anunnaki, Ashee-Tee-Ram não era nem a sombra de um antigo mestre ascensionado. 

Assim, o tempo foi se passando e apenas uma fulgura esperança de conhecer outros mundos alimentava seu desejo. A emancipação de Gaia já era um projeto perdido em sua memória. Reencarnou no Egito, Grécia, Roma, África, América, como mulher várias vezes, como membro das altas cortes europeias, foi nobre, depois escravo, pobre, voltou a ser rico, num ciclo vida após vida. Seu processo de retomada de consciência começou quando reencarnou na França do século XVIII sendo um filósofo da Revolução Francesa. Morreu na cela assassinado pelo seu colega de cárcere na véspera de sua decapitação. Esse episódio o marcou profundamente, a tal ponto que na colônia tomara a decisão enfim de, dali em diante, retomar seu projeto inicial.

Pelo que foi dito pelas altas odes celestiais, a restauração definitiva de Gaia aconteceria no século XXI. Antes disso, tomou a decisão de reencarnar no Brasil, o coração de Gaia restaurada, segundo a Confederação Galáctica, responsável pela expulsão dos reptilianos e impedindo o retorno dos Anunnaki,. Desta feita, nascera no final do século XIX e morreu em meados do século XX sendo um grande escritor e exercendo também a função de um jornalista denunciando conchavos, golpes, artimanhas e falando de questões espirituais.

Deu-se um intervalo de 40 anos entre sua penúltima reencarnação e sua derradeira, nascendo em fins do século XX. Na colônia decidiu pela resolução de todos os seus conflitos e pendengas, sabendo do grau de dificuldade para sair definitivamente da roda de Samsara. Optou de novo pelo jornalismo onde começou a escrever artigos sobre política, denunciando golpes, conspirações, conchavos entremeando com questões espiritualistas. Foi nesta última reencarnação que tomou conhecimento de que fora Ashee-Tee-Ram e que na verdade o seu desejo de vir para a Terra significava o seu processo evolutivo, o que ele precisava enfim para sua emancipação. Tudo o que passou representava antes de mais nada seu encontro consigo mesmo, oportunizado por Gaia.

As coisas recrudesceram no Brasil, um profundo retrocesso quanto à questão democrática e o avanço do fascismo. O povo brasileiro mostrara sua face mais preconceituosa, raivosa, excludente. O clima de medo, paúra, torpor e incerteza tomou conta do país. Nos bastidores, ele soubera das articulações para essa situação e, por mais que escrevesse artigos no seu jornal pouco crédito ganhava.

Foi então que seus antigos amigos da Constelação de Andrômeda entraram em contato com ele e com todos os milhares de reencarnados na Terra oriundos de outros planetas há 13.000 anos atrás avisando que o sinal da mudança dos ventos ocorreria exatamente quando as coisas mais retrocedessem.  Os noticiários do mundo inteiro davam conta de um mundo em caos, perdido, em que há esperança havia cedido lugar a descrença.  Esse era o alerta: os reptilianos, juntamente com os híbridos e a elite mundial, sabendo que seu período de dominação chegara ao fim, decidiram partir para o ataque definitivo controlando, manipulando as mídias, os judiciários, as políticas e, sobretudo, a economia global.


Que fazer, pensou Ashee-Tee-Ram? Exatamente aquilo para o qual reencarnou 83 vezes; viver, evoluir, informar, lutar e amar uma Terra, Gaia melhor, com uma diferença desta vez: sabendo enfim quem era, saberia o que fazer e confiar na vitória final, afinal, esse é o destino de todos os planetas, evoluir, assim como todo mundo, assim como ele.                            

terça-feira, 29 de março de 2016

Jogo de espelhos


         Condorcet nasceu pobre. Uma infância difícil e só superada quando seu pai conseguiu um emprego de caixeiro viajante. Vivendo na cidade de Ventosa, interior de TerraLonge, brincava com latas velhas imitando o galopar dos cavalos, único meio de transporte de sua região cercada por um braço de mar que sempre trazia ventos fortes do litoral. De sua janela avistava as dunas ao longe, a fina camada de areia que arribava quando o vento tocava o cume. Ele se via como um grão de areia sendo levado pelo vento para bem longe de Ventosa, sobretudo quando escondido dos pais pegava um livro “roubado” dos poucos que existiam na estante. Era uma criança isolada, ainda que brincasse quando às vezes era chamado por seus amigos. Por vezes também expressava sua maldade, sobretudo com sua irmã mais nova. Certa vez brincando com Alfredo apostou que iria queimar a perna de sua irmã com um cigarro de palha que roubaria de Seu Zuzão, o venderão da esquina. Assim o fez.

        As coisas ficaram bem difíceis em Ventosa depois da morte de seu pai. Levantaram acampamento e partiram em direção a Paranaíba, cidade do interior do estado vizinho de TerraSeca. Lá cresceu e concluiu seus estudos. De vida também difícil percebeu que não poderia mais permanecer, era pequeno demais para suas pretensões. Já na cidade de Natividade ingressou como jornalista nos Diários do Norte e sua projeção fora suficiente para ser convidado para ser assessor do prefeito da cidade. A vida começava a soprar as velas e seu barco mudava de prumo.

        Um certo dia o jornal de oposição publicou contas irregulares e indícios de corrupção da prefeitura levando uma multidão a invadir a sede do poder municipal. A gana por “justiça” fez os revoltosos atearem fogo no prédio e rumarem ao gabinete do prefeito. Quando ouviu a turba ensandecida, Condorcet se escondera no banheiro e pulando pelo basculante apertado, saiu pela lateral chegando ao muro, quando foi reconhecido por alguns manifestantes que começaram a espancá-lo. Desfalecido, foi salvo por uma patrulha da polícia que havia sido chamada. Quando acordou no hospital sabia que seus dias em Natividade haviam acabado. Era momento de arrumar as malas, mais uma vez.

        Para sua terra natal não voltara, de lá já saíra, então decidiu arriscar tudo. Comprou uma passagem no próximo paquete rumo à capital federal. Ao chegar se deslumbrou com o desenho das montanhas, o contorno de sua baía, a cidade com traços coloniais e a quantidade de gentes circulando pelas ruas, gentes de todos os tipos, muitos ou quase todos com o mesmo objetivo que ele.

       Com poucas peças de roupa procurou um dormitório mais barato na esperança de não tardar a encontrar um emprego. Trouxe consigo as referências dos Diários do Norte e depois de 15 dias a procurar, encontrou em caráter experimental uma vaga de redator no Folha da Manhã. Seus anos de leitura lhe permitiu ser um bom escritor, aliado à sua capacidade narrativa. Era o trampolim para a vida literária. Cada vez mais usava o espaço do jornal para aprimorar sua capacidade narrativa experienciando os voos nas crônicas. Como cronista publicou seu primeiro livro tendo como pano de fundo os bastidores da política nacional. Com o sucesso, tornara-se inquestionavelmente um escritor de renome e se valia da posição social que ocupava para angariar espaço político também. Foi assim que se lançou como Deputado Federal pelo seu estado natal tendo sido eleito.

       O ímpeto pela política durou pouco. Percebera que não era seu dom, mas não abria mão das regalias e nem do salário, além de frequentar pouco as sessões parlamentares dedicando grande parte de seu tempo ao oficio de escrever.  Era literalmente um deputado absenteísta e poucas vezes chegou a visitar seu estado natal. Projetos aprovados? Era de contar nos dedos. Poderia contribuir com todos os aspectos para o debate em construção acerca do que seria o bom governar, fazer interpelações, suscitar questões, mas omitira-se em sua posição confortável de escritor.

      O país foi sacudido pela revolta da canetada orquestrada pelos ministros de toga sob a alegação de corrupção no governo federal. Milhares de pessoas foram às ruas pedir renúncia do presidente mesmo não tenho clareza sobre os fatos. Condorcet como jornalista sabia como a trama havia sido orquestrada nos bastidores dos grandes jornais e sabia o quanto de injustiça havia naquela histeria. A imagem do presidente enfraquecia e as instituições democráticas combaliam dia após dia. Se lembrou do tempo em que era assessor da prefeitura de Natividade e como quase foi morto por acusações nunca comprovadas contra o prefeito, sobretudo porque não tinha o controle dos grandes jornais, todos de posse da oposição. A situação se repetia, de novo sabia das injustiças, da necessidade de se fazer justiça a qualquer custo e o quanto aquilo era uma estratégia para desviar os verdadeiros responsáveis. Ainda assim, se deu conta das vezes que de sua pena destilou mentiras ou verdades não provadas com o fito de desmoralizar seus adversários quando era jornalista, quer em Natividade, quer na capital federal.

      De tristeza, adoeceu. Nada recompunha seu ímpeto e seu esplendor como cronista e jornalista lhe parecia uma estranha caricatura. Estava diante de uma sala de espelhos em que toda a sua vida estava retratada, artigo por artigo, calúnia por calúnia, difamação por difamação.

Sabendo que sua morte se avizinhava resolveu escrever seu último livro de crônicas contando os bastidores de como presenciou e participou de conchavos, esquemas e conspirações. O sentido moral do livro era: toda acusação é antes de mais nada um ato de confissão de culpa.

Condorcet deixou determinado para seus herdeiros que a obra só poderia ser publicada 15 anos após sua morte.

Decorrido esse tempo quando o público tomou conhecimento do livro de crônicas, que no fundo eram anotações de diários, ficou estarrecido e toda aquela imagem de bom moço, grande cronista e jornalista veio abaixo. Caiu no ostracismo. Ninguém fala dele hoje em dia.                                               

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Reescrevendo a história da humanidade. A preparação para o grande reset econômico global

A recente revelação de um grupo de cientistas sobre a teoria de Einstein acerca dos campos gravitacionais é mais um episódio de uma série de evidências sobre tudo o que temos aprendido e naturalizado, muitas delas ocultadas pela grande mídia.
Segundo o sitio da BBC : (http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/02/160209_ondas_gravitacionais_mdb), os pesquisadores do projeto LIGO (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory, ou observatório de Interferometria de Ondas Gravitacionais), em Washington e na Lousiana, observaram o fenômeno e acompanharam distorções no espaço com a interação de dois buracos negros a 1,3 bilhão de anos-luz da Terra. Segundo a teoria de Einstein, todos os corpos em movimento emitem essas ondas que, como uma pedrinha que afeta a água quando toca nela, produz perturbações no espaço.
Pois bem, isso implica dizer que a Física Quântica estava certa ao afirmar que toda massa, corpo, produz energia, na verdade, tudo é energia. Essas ondas gravitacionais são basicamente feixes de energia que distorcem o tecido do espaço-tempo, o conjunto de quatro dimensões formado por tempo e espaço tridimensional. Ou seja, a percepção sobre a relação espaço e tempo tem sido dominada pelo limite imposto pela matéria, mas, a partir desta descoberta será possível entender, inclusive, que o tempo não é uma dimensão material ou limitado por ele e que é possível avançar tanto para frente quanto para trás.
A dificuldade de apreensão dessas e de outras teorias não é um problema de limitação de nossa tecnologia, afinal, Einstein havia predito tal afirmação 100 anos atrás num período de atraso tecnológico muito maior, mas sim, de direcionamento acerca de como enxergamos o mundo, sobretudo tendo nossa percepção como referente, descartando aquilo que não passa pelo crivo da verificabilidade. Como Einstein então previu isso se não havia equipamentos para tal feito? O que limita a tecnologia é o conhecimento, nem tanto o que ainda não sabemos, mas como limitamos o que já sabemos, impedindo a abertura para novas possibilidades.
Da mesma forma isso pode ser ampliado para todas as esferas: cultura, economia, política, história. Somente com o furo no bloqueio das informações crivadas pela grande mídia quanto ao engendramento da economia global ao omitir a prisão de banqueiros na Finlândia pelo envolvimento na fraude da crise econômica global e a multa que a Standard & Poor’s recebeu no valor de US$ 1,37 bilhões pela fraude em garantias de créditos imobiliários, as pessoas ao redor do mundo ficam sabendo o que se passa nos trâmites da economia controlada por Wall Street. Se não fossem as redes sociais virtuais, possivelmente tais informações não ganhariam repercussão.
Durante todo esse tempo, a bem da verdade desde a criação do Federal Reserve (23 de dezembro de 1913), um modelo de concentração e a forma da tomada de decisões sobre os rumos da economia global têm sido direcionados pelos países centrais capitalistas, sobretudo a partir de suas agências surgidas postumamente: FMI, Banco Mundial e, no plano da política, por agências como ONU, OTAN, interferindo e intervindo na dinâmica socioeconômica política dos países, sempre em benefício dos mais ricos. Desta feita, mesmo com toda a farsa acerca das armas de destruição em massa que supostamente o Iraque teria, levando Bush a invadir e destruir aquele país, foi suficiente para uma intervenção da OTAN contra os Estados Unidos.
Temos sido enganados todo esse tempo, quer por uma educação competitiva em nome do capital quer pela propaganda democrática afirmando ser o melhor modelo de representação política olvidando os meneios de controle do aparato burocrático da justiça, do financiamento de campanha, da privatização dos espaços políticos em decorrência do engessamento da participação popular dificultado pelo acesso às informações e pelas hierarquias, da burocracia e do controle da mídia, quer por uma cultura que reforça o caráter excludente das classes sociais afirmando haver sim separação e distinção entre as pessoas como se algumas fossem brindadas pela natureza e destinadas a serem privilegiadas. Quer dizer, a cultura, alicerçada pelos valores morais, pela religião, pelo entretenimento tem funcionando como um processo retroalimentador (os valores criam a cultura, essa uma vez estabelecida volta a retroalimentar os valores sociais) e servido de alicerce para a miopia global, consubstanciando a ideia de que as coisas são assim e não há outra possibilidade de enxergá-las.
Claro que o etnocentrismo é um dos pilares deste processo. Imaginarmo-nos como o centro do Universo, consequentemente tudo o que é derivado disso – nossos referenciais, funciona como duplo vórtice: nos impede de enxergar o que existe além da cortina ao mesmo passo que fixa o status quo. Resultado: avançamos muito pouco acerca do desvelamento sobre quem somos, isso quando pessoas são assassinadas, ridicularizadas, excluídas por mostrarem ou denunciarem a farsa de nossas sociabilidades em todos os planos.
É necessário muito etnocentrismo para duvidar do cosmos ou achar que nada faz sentido, como se nossas percepções limitadas sobre o que existe, inclusive sobre o que é o planeta Terra, dessem conta do mistério da existência. O primeiro método de dominação foi a divisão. Os donos do poder, através da religião, da cultura, do dinheiro, da educação, do entretenimento, dos sistemas políticos e do patriotismo têm nos feito crer que somos diferentes e melhores que os outros, que a pobreza, a miséria, a exclusão, são normais, como se uma atitude de segregação não tivesse repercussão no modelo de vida que escolhemos. Ora, a teoria de Einstein, agora finalmente provada, mostra exatamente o contrário: tudo é energia e toda energia afeta o cosmos.
Temos livre arbítrio para escolhermos nosso futuro, mas como mudar o futuro se concebemos o mundo fragmentariamente, inclusive sendo indiferentes à dor ou à exclusão do outro? Como mudar então os regimes políticos? Não alimentando os processos e mecanismos de sustentação de tais modelos, tais como: a ideia de que somente alguns nasceram para serem afortunados, baseada no princípio da livre concorrência, como se fosse ético e natural; questionando os princípios fundantes da democracia, tida como melhor modelo de representação; não problematizando os engendramentos, farsas e mentiras, sustentáculos dos regimes, como a justiça, a burocracia, a mídia; entendendo que todos estamos interligados, portanto, para o estabelecimento de um equilíbrio é necessária a redução brusca da desigualdade, a eliminação da injustiça que massacra negros, índios, quilombolas, pobres, refugiados, mulheres, crianças, idosos em vários lugares do mundo; lutando para que os recursos naturais sejam mantidos e que todos tenham acesso, independentemente de suas condições sociais.
Para isso, é necessário um colapso no sistema financeiro mundial e uma modificação do modelo, o que está em curso, mesmo com o ocultamento da grande mídia. Estamos assistindo nos bastidores os preparativos do grande reset mundial, afinal, os sinais da artificialização dos balanços contábeis, da farsa das bolsas de valores, da manutenção da paridade do dólar como moeda e padrão internacional das trocas comerciais não poderão ser ocultados por mais tempo. O novo modelo será baseado no ouro. Isso mesmo, é apenas e tão somente uma questão de tempo.
Quando esse modelo econômico e injusto for superado, iniciaremos uma abertura nunca antes vista sobre as nossas existências.
Vamos, enfim, entender como Einstein “previu” a teoria dos campos gravitacionais.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Adeus não, até logo Minas Gerais!


E agora, José? A festa acabou? Por hora sim. 

Sempre me quedei perscrutando o que motivou Carlos Drummond a compor versos como os de José? Para onde José quereria ir quando tudo acabasse? Para Minas Gerais? Mas Minas não há mar, mas tem outras coisas.

A ausência de um mar salgado pode explicar em parte o “jeito desconfiado dos mineiros”, supostamente guarnecendo-se das invasões quais eram submetidos por não saberem quem se escondia atrás das montanhas. Isso mesmo.... Sobretudo na época áurea da mineração havia o medo constante das invasões em decorrência da riqueza que a região produzia, portanto, o jeito desconfiado, um pensamento que não se apresenta de pronto pode estar atrelado a este período. Mas isto é apenas mais um estereótipo, aliás, como qualquer julgamento e tentativa de classificação e definição das pessoas.

Outro estereótipo sobre os mineiros foi vinculado por Otto Lara e reverberado pelo dramaturgo Nelson Rodrigues, o de que “mineiro não é solidário nem no câncer”. Outro equívoco, pessoas são pessoas, rótulos são rótulos. 

Talvez o que demarque uma certa resistência e desconfiança em relação aos mineiros deve-se ao fato de que saíram de Minas Gerais, mais precisamente de Juiz de Fora - cidade onde moramos até o dia de hoje, temos muito carinho e fomos muito felizes -, os tanques de guerra, as tropas do exército que deram o golpe militar em 31 de março de 1964 no Rio de Janeiro. Acontece que o golpe foi tramado pela cúpula das Forças Armadas, apoiado pelos E.U.A, pela família tradicional, pelo empresariado e amplos setores burgueses, no que hoje é mais correto cognominar de golpe civil-empresarial-militar, e não apenas Golpe Militar. Logo, Minas Gerais não é responsável pelo golpe, a sociedade civil-militar-empresarial brasileira o é. 

Para além dos estereótipos, toda impressão é singular, digo, pessoal. Cada um capta o mundo por suas lentes, filtra as informações e resignifica. Minas Gerais sempre povoou meu imaginário.

A primeira imagem que povoou o meu foi um LP de Milton Nascimento, de minha irmã Nelza, quando na minha tenra infância me mostrou uma capa dourada com desenhos de montanhas e um trem soltando fumaça feito pelo próprio Milton, era o disco “Geraes”. Sei de cor todas as faixas.

Montanhas.... Essa é uma imagem forte de Minas. E quando aqui chegamos foi de súbito o que nos chamou a atenção. As grafofagias das montanhas, hoje desnudas pelo desmatamento e pela terrível devastação da atividade mineradora, responsável por uma das maiores tragédias ecológicas do planeta: o vazamento do tanque de resíduos minerais em Mariana, logo a primeira capital do estado, onde tudo começou, já não são mais as mesmas, dizem os mais velhos moradores. Tudo mudou.

Era possível ver ao longe cruzando as sempre perigosas e sinuosas estradas, cachoeiras, uma relva abundante, belas cidades e uma paisagem sem igual. Para nós que somos do litoral, São Luís, cruzar esse estado, quase todo, cada viagem foi um convite a desfrutar de uma paisagem, para nós, inusitada. Aí entendi porque o falar mineiro é sempre mínimo, entrecortado de palavras curtas e imagens cheias de "trens": as montanhas evitam o olhar dos horizontes, ao contrário dos litorâneos com suas metáforas longas e sem fim... Mas isso também é mais um estereótipo.

Ainda assim foram atrás dessas imagens que viemos buscar. Viemos em busca da gastronomia, para muitos a melhor do Brasil, da cachaça que disputa o mesmo título, das cidades históricas - essas sim sem equivalentes -, da musicalidade, dos queijos, doces, do artesanato, das panelas de ferro, cobre, pedra, das cachoeiras, cervejas artesanais e acabamos encontrando um povo fantástico, hospitaleiro, amigo e, contrariando tanto Otto Lara quanto Nelson Rodrigues, solidário até a alma.

O que melhor se leva de um lugar são as experiências com as pessoas. Nada em Minas Gerais teria nos tocado tanto (paisagem, gastronomia, cidades históricas, natureza, cachaça, musicalidade, etc) se o conotativo de tudo isso, as pessoas, não correspondesse a tal singularidade. 

É difícil deixar um lugar com suas relações afetivas porque cada parte da gente fica no lugar como se faltasse algo em nós. Acrescentam-se as vivências, deixa-se uma parte do que somos.

Como é difícil pegar as mesmas estradas que nos trouxeram se despedindo de tudo o que viemos buscar olhando as montanhas que guardo na memória da infância de uma capa dourada, só que agora vista pelo sol que se esconde atrás das montanhas ouvindo as músicas dos LP’s “Minas”, “Geraes” e outras, num pen-drive carinhosamente dado por nosso amigo André Monteiro, poeta. O brilho do sol visto pessoalmente é mais luminoso do que o da capa, as montanhas são maiores e dá para sentir o cheiro desse lugar qual o LP não conseguia transmitir na minha infância. Hoje o sei, sabemos.

Sentiremos saudades até mesmo das vezes engraçada, anedótica disputa entre cruzeirenses e atleticanos e a tentativa de nossos amigos de nos fazer torcer por um dos dois times. Todas as vezes que chegávamos na casa de um cruzeirense eu me assumia como atleticano, na casa de um atleticano, como cruzeirense, quando não retrucava gritando: carijoooooooó, sempre que um atleticano em altíssono bradava:  galoooooooooooo!!!!! Risos...  Galo carijó é o apelido do Tupi, time de Juiz de Fora, ascenso para a segunda divisão do campeonato brasileiro.
 
Agradecemos muitíssimo a Deus por tudo, pelo convívio familiar com Bete, Bira, Júnior, Dedeco e Leleca, aos amigos que deixaremos e levaremos conosco, pelos aprendizados, pelos sabores, cheiros e gostos, pelo futebol aos sábados e os campeonatos pelo glorioso Futebol Clube Amigos do Botti, sempre ficando em último lugar, pelos ensinamentos as nossas filhas na escola Equipe, pelo grupo das poderosas, pelas caminhadas matinais no belíssimo bosque da Universidade Federal de Juiz de Fora, pelas aulas de motociclismo (inclusive pela carteira - Auto Escola Rosana), e, não poderia deixar de mencionar e agradecer, a Pucheu, o Puxa e ao grupo de Estudos de Poesia Brasileira Contemporânea, da UFRJ, qual faço parte e proporcionou tal jornada, pela poesia, enfim, por tudo o que significou essa experiência.

Todas as canções eternamente,
são viagens de ventania,
sede de viver tudo,
Por que sonhos não envelhecem,
coisas dessa vida.
Eu era criança,
e na despedida,
tios na varanda, jipe na estrada
E o coração lá
mandaremos noticias do mundo de lá,
porque chegar e partir são os dois lados da minha viagem
a hora do encontro é também da despedida.

Quando estava terminado esta crônica, nosso amigo Marcionilio me trouxe de presente uma camisa oficial do Cruzeiro....Agora sou mais cruzeiro que atleticano... risos...                      


domingo, 13 de dezembro de 2015

Superando a 3ª dimensão

Vilém Flusser no livro Pós-História, afirma: “o nosso progresso é uma farsa. A vacuidade debaixo dos nossos pés não é barroca. O que perdemos não é a fé nos dogmas: perdemos a fé em nós mesmos” (2011, p. 20). Como é possível restaurar tal confiança, se é que é possível? A resposta parece estar nos nossos paradigmas, todos construídos em torno da dicotomia “eu e o outro”, como pares antitéticos, análogos. É bem verdade que, do ponto de ser e do ente, é possível definir o segundo, segundo Sartre, mas não o primeiro, sendo este uma invenção, uma construção, uma compreensão.
A existência do ente implica uma abertura ontológica, já que só é possível o EU a partir do OUTRO, logo, eu e outro não são entidades estanques, separadas, mas conectadas, interligadas. Como resolver então o problema da subjetividade, das escolhas, das decisões, dos julgamentos? Existe sim uma entidade ontológica, individual, gnosiológica chamada de individualidade, existência singular, mas não está descolada de outras existências, pois, como já enunciado, a capacidade de percepção do ser se dá a partir da existência de outro ser.
Então, a questão se volta para a cissiparidade dos vários “eus” e os outros construídos e alimentados como se fossem completamente abastardados, quando, no fundo, não são. A construção da cognominada subjetividade é feita pari passu à observância de outras, mas com, e não anti.
A fragmentação, o desvio do princípio da integridade, do holismo, foi e ainda é um projeto a ser vencido, sobretudo quando, tomando por base o axioma em Flusser, a condição humana está repleta da vacuidade. Então, por que construir um paradigma pautado numa ideia de integração humana, quando as evidências apontam exatamente o contrário, dentre elas, Auschwitz? Exatamente pela existência de Auschwitz. Tal ocorrido é a ausência de integração, o produto final de um modelo de desarticulação humana e de construção de um protótipo de racionalidade autoritária e burocrática a serviço de um sistema, tal como o capitalismo.
O que temos experimentado até hoje são sucessões de modelos de existências humanas calcadas na dicotomia entre a integralidade da existência e as possibilidades infinitas dessas. A separação entre as diversas possibilidades existenciais, cujo ápice foi a segmentação entre a humanidade e a natureza, nos legou para o campo das incertezas, do sofrimento, das angústias porque não conseguíamos ver, tangenciar a saída para o impasse, para a existência da felicidade plena, para o fim do sofrimento e da desigualdade humana.
Uma das questões da felicidade repousa sobre o princípio da ideia da permanência do sofrimento alheio, ou seja, ainda que alguém se diga feliz, ao observar qualquer resquício de sofrimento existente, através das guerras, fomes, desigualdades, injustiças, doenças, a felicidade perde seu vigor, pois passa a ressoar como egoísmo um princípio de gozo individualizado sem se importar com o que acontece alhures.
Ainda que ideais e ou utopias como felicidade, paz, igualdade soem como discursos telúricos, messiânicos, escatológicos, salvacionistas, o fato de a discussão disto ser ou não uma utopia em si já traz uma inflexão: não conseguimos, ainda que tenha sido uma invenção, nos desvencilhar da imagem, promessa de igualdade e felicidade geral. A pergunta é: Por quê?  A resposta, cada vez mais convincente para muitos, ignorada cada vez mais para outros, é porque, enquanto houver infelicidade, sofrimento, a felicidade de quem quer que seja não será plena, apenas circunstancial, porque todos estamos interconectados, ligados, logo o sofrimento de outro é meu sofrimento, por extensão. E que se diga de passagem que não me refiro a uma noção impossível de completa igualdade, no entanto, os disparates, o tamanho do fosso entre ricos e pobres, a violência, o nosso grau de injustiça, opressões, massacres, genocídios, guerras, são características de uma civilização que tem a barbárie como horizonte e princípio, quer dizer, qualquer projeto de igualdade e fraternidade soa não mais como démodé ou piegas, mas como quimera, no sentido infantil da palavra. É como se a natureza humana fosse, em sua essência, violenta por condição intrínseca, e não como opção.
A 3ª dimensão, ou o paradigma da separação, até hoje nos levou a enxergar o mundo como condicionantes binários, do tipo: espaço/tempo; vida/morte; felicidade/infelicidade; sucesso/fracasso; juventude/velhice; realidade/ficção, pensamento/afeto, dentre outros elementos, porque assim a cultura, ainda que tenha avançado em termos de conhecimento, não conseguiu superar o principal obstáculo: a fragmentação. Ela é a principal razão e a origem de todos os outros problemas e nos impede de atingirmos a emancipação e a clarividência.
Desta feita, assume seu papel o caos, ou a criatividade do cosmo, para nos fazer enxergar que até o caos é ordenado, ou seja, há um sentido por detrás da suposta não ordem. Já poderíamos ter avançado na dualidade matéria/antimáteria, dedução/intuição, ciência versus religare (relegere, releitura), ciências humanas/naturais, uno/múltiplo. A nossa incapacidade de enxergar o quanto de múltiplo somos unos e o uno é múltiplo é gerada pela percepção de que a matéria, provada e testada, é a única validade para qualquer princípio de conhecimento, logo de veracidade. Por consequência, tudo deriva disso: a tecnologia, a medicina, a cultura, o conhecimento são movidos por axiomas alicerçados nesta perspectiva. A cultura nos diz quem somos e para onde devemos enxergar e conceber o mundo.
Não existe limite, tudo é potência, tudo é, tudo é possível se o véu da fragmentação for removido. Mesmo com todos os avanços da Neurociência, da Física Quântica, Mecânica Quântica, Filosofia Clínica e um conjunto de novos conhecimentos afirmando o poder da mente, a capacidade desta de interferir na matéria tem sido suficiente para demover a ideia de o mundo não ser como se apresenta, e sim porque, de tal forma, nós o concebemos. O mundo se molda “à nossa realidade”.
Já deveríamos ter compreendido o papel do DNA e o que de fato ele é para além do já pronunciado pela biologia: uma estrutura aberta, regida por uma frequência sonora emitida pelo nosso cérebro, ou seja, temos em nós mesmos as chaves para descobertas e curas de todas as doenças, bem como a ampliação do corpo humano, consequentemente, da mente.
O próprio corpo humano já deveria ter sido compreendido de uma forma bem mais ampla e não fechada. Os usos e potencialidades dele ainda engatinham porque reincidentemente julgamos sermos limitados, presos a uma dimensão espaço/tempo. Nem mesmo a Física Quântica provando que toda massa é constituída de energia e que no núcleo da matéria a energia está e não está ao mesmo tempo, condensando e se descondensando, tem sido suficiente para nos lançar à aventura de transposição espaço/tempo, exatamente por ainda acharmos que a matéria é um dado estático, definitivo e intransponível. Serão necessários os experimentos com acelerador de partículas e com o Bóson de Higgs para descobrirmos o que intuitivamente já sabíamos: existe um campo de energia presente em todo o universo e tal campo está presente em todas as coisas.
Essa é uma das razões para aquilo que Jung chamou de a grande revolução, quando enfim conseguirmos unificar inconsciente e consciente. Claro, ego e superego até hoje não permitem tal aproximação porque não concebemos uma vida que nos escape a uma tratativa sem controle, a um mundo aparentemente sem sentido.
O que é ter sentido? Qual tem sido o sentido dessa vida fragmentada alimentada pelos noticiários, em que nada faz sentido, consubstanciada pelas informações sobre as guerras, fome e catástrofes? Até quando nossos egos estarão no controle de tudo? Qual o medo de enxergar o outro lado da cortina? Aliás, qual a vinculação entre ego e medo? O medo não é a incerteza do controle?
Quando então vamos superar essa dicotomia reinante na 3ª dimensão? Quando abandonarmos o paradigma da fragmentação, do isolamento e começarmos a enxergar a enorme rede existente no universo, sobretudo entre nós. Não existe um EU sem o OUTRO porque não existe um OUTRO, existe um EU em todos, porque todos os OUTROS são EUS como todo EU é o OUTRO. Isso vale para as relações sociais, bem como para a natureza, bem como para o Universo. O universo não é fragmentado, logo, tudo o que deriva dele, ou seja, o todo, pois nada inexiste ou existe fora do UM. Assim, não existe animal qual não faça parte da existência humana, árvore, rio, vulcão, pedra, nuvem, larva, poeira, vírus, bactéria, pois tudo deriva do UM, do princípio, da fonte.
Até aquilo que desvia da fonte é fonte, pois não poderia existir em si mesmo. Até o que a princípio não faz sentido tem sentido, pois não existe nada sem sentido. Ao atribuir um não sentido este já passou a tê-lo.
As teorias, filosofias ou quaisquer modelos ou princípios explicativos que construímos ou atribuímos significados são as formas como nos posicionamos diante do que existe. Tudo é a forma como nos colocamos ou enxergamos diante daquilo que é. Nenhuma teoria é fora do que é. Nada está fora do que é, nada não existe. A nossa principal crise é de consciência sobre quem somos.
Quando superarmos a fragmentação, então descobriremos a unimultiplicidade, ou seja, a capacidade existencial para além da matéria, cognominada de pentadimensionalidade, um conceito mais elaborado daquilo que Einstein denominou de relatividade. Existimos simultaneamente em realidades paralelas, separadas/unidas/juntas por sintonias distintas. Quer dizer, se ultrapassarmos a 3ª dimensão, poderíamos, inclusive, conscientemente, superar a prisão do tempo, que é um dado da relação espaço/matéria, avançar em outros mundos paralelos, outros cosmos, outras realidades.
Por que não conseguimos, então? Por conta da nossa frequência. O que gera esta frequência? A forma como encaramos o mundo. Se mudarmos o olhar, mudaremos nossa frequência. A forma como enxergamos o mundo, limitando a conceber o que existe e o que não existe determina a frequência, logo, a realidade em que nos encontramos. E que fique claro que o arcabouço de nossa cultura (ciência, arte, religião, educação, política, economia etc) é determinante para condicionar nosso olhar.
Mas, onde nasce a fragmentação? Ela é consequência ou é a origem? As duas ao mesmo tempo. A fragmentação é fruto de algo anterior, mas uma vez sendo, passa a originar um conjunto de relações que levam até ela. A origem de tudo é a falta de amor. É o amor que constrói e que dá sentido a tudo, inclusive a qualquer criação. Logo, ausência de amor é negação da criação.
O amor é a mais poderosa energia criadora que existe. Quando não há amor então tudo se fragmenta porque as coisas começam a ser concebidas em si mesmas e não enquanto conexas. Logo, o não amor é o distanciamento da fonte, daquilo é.
Quando começarmos a vibrar no amor, vamos sentir os nossos espaços, ou seja, nosso empoderamento na busca de nossas potências.
Vilém Flusser estava errado? Não, ele apontou como chegamos até aqui e como estamos. Para voltarmos a acreditar em nos mesmos, é preciso enxergar o outro, quer dizer o Eu, com amor.

domingo, 15 de novembro de 2015

Teorias conspiratórias ou o despertar da Matrix?


Já imaginaram acordarmos de um sono letárgico numa manhã calma e não reconhecermos o mundo em que vivemos, como se tudo não passasse de uma miríade, uma quimera, e, ao abrirmos os jornais, depararmo-nos com notícias reveladoras contrariando qualquer lógica? O que fazer com os livros de história e todo conteúdo da ciência que terá que ser ressignificado? Seria uma verdadeira hecatombe se descobríssemos que todo esse tempo fomos manipulados; e o pior é que, de fato, fomos.

A literatura, desde o seu nascimento, independentemente da forma ou escola, tem pincelado nuances de uma abertura, um furo na perspectiva de como encaramos a cognominada realidade. Ela foi alçada à condição própria, específica, nem ciência, nem artes e, sim, literatura, por ter a capacidade de transgredir as barreiras da percepção usando uma linguagem não usual, nem na ciência nem na arte.

A grande questão é se a literatura foi “inventada” porque seus inventores, escritores, leitores, enfim, “sabiam”, de alguma forma ou de algum jeito, que faltava algo, como se o jogo de quebra-cabeças não se encaixasse. A sensibilidade, tantas vezes incompreendida, foi uma forma atávica de descrição de um mundo, ou aspiração de um desejo de um lugar qual o mundo real não compreendia e não comportava. Então, recorrendo à verossimilhança ou à inverossimilhança, as pessoas, leitoras de poesia, contos, crônicas, novelas, romances e congêneres, não suportando a realidade, se transportam para o universo criado pelo autor.

E, se os autores no fundo estavam e estão captando informações que nem eles mesmo compreendiam e compreendem? E se a literatura, como apregoa Josefina Ludmer, em seus conceitos de “narratário” e “imaginação pública”, de fato seja uma antena plugada no mundo paralelo, em que somente a capacidade criativa pode conectar pessoas pelo impulsionamento da invenção, que no fundo é relegere, quer no sentido de religare quer no sentido de releitura?

Quem nunca se deliciou com Homero? Quantas histórias das Mil e Uma Noites não embalaram a criatividade dos muçulmanos, morros, sarracenos, árabes? É possível dimensionar o quanto os contos e lendas africanas cocriaram um mundo inteligível e superior à realidade?

O gênero mais difundido e duradouro na cultura árabe foi o romance. Grandes ciclos de histórias sobre heróis surgiram com o passar dos séculos. Suas origens se perdem nas névoas do tempo, e podem encontrar diferentes versões em várias tradições culturais. Podem ter existido na tradição oral antes de escritos. Entre eles, havia a história de Antar ibn Shaddad, filho de uma escrava, que se tornou um herói tribal árabe; Iskandar, ou Alexandre, o Grande; Baybars, o vencedor de mongóis e fundador da dinastia mameluca no Egito; e o Banu Hilal, a tribo árabe que migrou para os países do Magreb. Os temas dos ciclos são variados. Algumas são histórias de aventura ou viagem contados pelo simples prazer da história; outros evocam o universo de forças sobrenaturais que cercam a vida humana, espíritos, espadas com poderes mágicos, cidades de sonho; no centro delas está a ideia do herói ou grupo heroico, um homem ou grupo de homens lutando contra as forças do mal – homens ou demônios, ou suas próprias paixões – e vencendo-as, conforme HOURANT, Albert (“Uma história dos povos árabes”, 1994, pp 203-204).

O costume de contar histórias existe em toda parte, enquanto a arte propriamente dita ocorre, sobretudo, na África Ocidental e na região do Congo, onde o povo leva uma vida mais sedentária e agrícola favorável à acumulação de posses, incluindo esculturas… Costuma-se contar as histórias ao anoitecer, quando o trabalho do dia já foi feito. As histórias que se seguem tem a desvantagem de ser impressas e de não contar com o acompanhamento da mímica, da entonação de voz e mesmo da música, recursos invariavelmente usados pelo contador de histórias africano. As histórias não são usadas como veículo para expressar o desejo de autorrealização, a injustiça da vida é aceita, o herói nem sempre triunfa e os crimes podem passar sem castigo, segundo CAREY, Margret (Contos e lendas da África, 1981, p. 06). 

Até onde o inferno de Dante não é uma diretividade da loucura humana sob a forma de representação de um mundo físico cáustico, mas que na verdade se reproduzia o tempo todo nos imaginários sociais da época medieva? E o elogio da loucura, de Erasmo de Roterdã? Era de quem não conseguia enxergar o mundo para além de sua plausibilidade? Os moinhos de vento de Dom Quixote são uma farsa quixotesca para denunciar a ausência de ventilação da tíbia percepção humana? De onde vieram as inspirações dos autores russos: Gogol, Pushkin, Dostoiévski, Maiakovski? Freud, de uma certa forma, aponta alguns caminhos explicativos sobre a literança e os formalistas russos iniciaram um processo de explicação formal da explicação literária, mas, ainda assim, as condições objetivas, a infância, as marcas pessoais são suficientes para explicar a capacidade de desenhar mundos que não são tangíveis?

Lewis Carroll queria nos indicar alguma coisa, ao escrever Alice no País das Maravilhas? E Julio Verne? E as dores de Fernando Pessoa? Quantas pessoas havia nele? Não seria uma forma de dizer que a realidade, tal como se apresenta, não passa de uma miríade e ele, compungido, também por não a entender, criou os vários “eus”, várias pessoas, cada uma falando de um lugar porque todos eram ele em lugares distintos?

A relação das obras literárias “criando” mundos e sensações é quase infinda e nos retirou de um lugar comum, nos mostrando a nossa grande capacidade de reinvenção.

O que eu irei discorrer não elimina o ato criador, muito pelo contrário, reforça a tese da teoria literária de que a literatura fala de um lugar diferente da escrita burocrática, científica, ou outras linguagens exatamente pela abertura, pelo furo que se permite ser distintamente de outras linguagens.

Sempre me quedei por que destruíram, queimaram a Biblioteca de Alexandria no Egito antigo. Quem a queimou? Por quê? O que havia naquelas obras? Quais os perigos? Por que não podemos desfrutar de tais conteúdos? O que a Igreja católica reteve e por que ainda guarda um volume imenso de informações sobre a antiguidade e idade média sem permitir o livre acesso a tais obras? É bem verdade que cumpriu um papel importante, ao transcrever as obras que restaram, chegando até nos dias atuais num trabalho duro dos monges copistas, mas, e se informou apenas o que interessou a ela?

Neste caso e até hoje, a literatura, no dizer de Gabriel Garcia Marques, é uma espécie de vingança do autor, um ato de revolta contra injustiças, ações que retiraram do mundo a beleza, ou até mesmo a capacidade de se revelarem novos mundos. Ao queimarem a Biblioteca de Alexandria, coube à literatura a difícil tarefa de reinventar e recontar o mundo.

Até 555, a igreja católica aceitava livremente a teoria da reencarnação, quando Justiniano, sob o pretexto da influência de sua mulher, ex-prostituta, que não aceitava a teoria do Karma, publicou no capítulo 11 as proibições às teses de Orígenes, que versavam sobre o tema, distanciando o cristianismo das outras religiões orientais. Além de um processo até hoje não revelado de mudança dos textos da bíblia ao longo da idade média, supressão de livros que supostamente ameaçavam seu poder, tais como o de Enoque, Tobias, Macabeus, Judith.  E, sobre reencarnação, todo mundo deveria ler a obra de um dos maiores e mais respeitados e renomados psiquiatras estadunidenses, o best seller: Muitas vidas, muitos mestres, de autoria do Drº Brian Weiss.

Por que as mulheres, intituladas de bruxas, e bruxa significa “mulher sábia”, foram queimadas? Apenas pelo caráter misógino de serem culpadas pela entrada do pecado inicial com Eva? Isso foi apenas pretexto para esconder o que elas de fato sabiam, portanto, não se tratou de preconceito, mas de conceito e ação política para silenciar e esconder o que a humanidade não deveria jamais saber?

E os hereges? Por que foram queimados? Por que iam contra os princípios cristãos católicos, ameaçando o poder da igreja, exatamente por serem portadores de informação que alteraria radicalmente a forma como enxergávamos a história, a criação divina e todo repertório que permitiu a manipulação das informações? A relação dos hereges inclui Copérnico, Galileu, Newton, dentre tantos outros, exatamente aqueles que ameaçavam um saber institucionalizado.

Imaginem o que Colombo enfrentou, ao se basear nas teorias de Ptolomeu para provar que a terra era redonda e poder enfim fazer a circunavegação? E o Index Prohibitorum, relação de livros proibidos pela igreja católica?

Não obstante, ao tentar se livrar do período de dominação das informações pela igreja católica e construção do saber, a modernidade viu, segundo Hannah Arendt, o desencantamento do mundo, da magia e o início do que Foucault cognominou de nova reengenharia social, ou seja, uma economia política encetada pelo estado, atrelada a uma nova ética, sociabilidade, racionalidade, em que os velhos paradigmas não serviam mais e a construção de uma nova sociedade pautada no capitalismo, na produção e na verificação científica, consubstanciada pelo iluminismo. Era a substituição do mito da religião pelo mito da ciência; a questão, isto também vale para a religião, era: qual ciência?

Começou então um processo de estigmatização da intuição, do sentimento, contra o qual se levantou o romantismo, absorvendo parte dos valores iluministas, mas não abrindo mão do sensitismo.

A especialização, que coloca tudo em gavetas e foi propugnada como símbolo do conhecimento aprimorado, aprofundado, verdadeiro e crível, separou tudo, fragmentou o mundo, dividiu o conhecimento, abastardou ciência e religião e, presunçosamente, considerou que descobriria toda a “verdade” sobre o universo, prometendo inclusive a paz, o progresso indefinido e a felicidade. Sabemos o resultado.

A dúvida, “princípio do saber”, não é originária de Descartes, mas da Filosofia; levou Max Planck e Heinseberg a colocarem Newton na berlinda e mexerem nos princípios da Física, abrindo espaço para a Física Quântica, que mostrou, dentre outras coisas, que existe um mundo subatômico, que o átomo é divisível e que tudo é energia.

Não tardou para os princípios iluministas entrarem em crise já no século XX, após a eclosão de duas Guerras, da ascensão do nazifascismo, da explosão de riqueza e miséria oriunda do capitalismo.

Depois, surgiram as teorias críticas e pós-criticas (pós-estruturalismo, pós-modernidade, multiculturalismo e pós-colonialismo), criticando as metanarrativas e o caráter eurocêntrico do pensamento, abrindo caminho para o retorno do pensamento holístico e para o surgimento de novas perspectivas, inclusive da ciência, de uma nova ciência, mais humanizada, crítica e reflexiva, mais plural.

Tudo isso contribui para a abertura de novas zonas de percepção e para a escalada de teorias, a princípio conspiratórias, mas que aos poucos têm se revelado verdadeiras, ainda que não se possa abrir mão do caráter da dúvida e da contraprova.

A primeira teoria conspiratória data de 08 de julho de 1947, em um incidente que ficou conhecido como a queda de um OVNI em Roswell, Novo México. Depois, num outro caso famoso, a área 51, Nevada, Estados Unidos, Boyd Bushman, cientista que trabalhou nesse local, antes de morrer divulgou as fotos do projeto em que aparecem alienígenas e um conjunto de informações sobre o tal segredo de Estado. Como era o início da Guerra Fria, os Estados Unidos trataram de desmentir, mas aos poucos novas evidências, provas e depoimentos surgiram, colocando o governo deste país cada vez mais em xeque, sobretudo depois das declarações do ex-astronauta, primeiro homem a pisar na Lua, Neil Armstrong sobre o que viu na Lua (naves alienígenas), as ameaças do presidente Russo, Vladimir Putin, acerca da existência de alienígenas trabalhando para o governo daquele país, do ex-secretário de Defesa do Canadá, Paul Hellyer, afirmando que alienígenas trabalham para o governo deste mesmo país, de Karen Hudes, ex-executiva do Banco Mundial, afirmando que alienígenas controlam a economia mundial, do governo mexicano, divulgando artefatos alienígenas do sítio arqueológico de Calakmul, no México, sob a propriedade do Instituto Nacional de Antropologia e História, INAH, e até do Ministério da Aeronáutica do Brasil, abrindo o acervo documental sobre a existência de objetos voadores não identificados.

Sobre estas questões, cabem análises a partir do método lógico-dedutivo:

Todas as afirmações acima são falsas;

Todas as afirmações acima são verdadeiras;

Algumas afirmações são verdadeiras e outras falsas;

As afirmações são verdadeiras, mas as fontes de notícias falsearam, ampliaram, distorceram as afirmações, logo, as afirmações não possuem critérios de veracidade;

As afirmações são verdadeiras, mas as fontes de notícias falsearam, ampliaram, distorceram as afirmações, logo, as afirmações são verdadeiras, mas não podem passar pelo critério de veracidade a partir do nosso postulado de verificação e verdade.

O problema é que a quantidade de livros, artigos, links, notícias, reportagens, documentos oficias, informações de figuras públicas, oficiais das forças armadas, cientistas, é cada vez maior e se avolumam a tal ponto que uma dúvida passou a inquietar. Ora, dois ex-presidentes dos Estados Unidos, em cadeia nacional, fizeram exatamente a mesma afirmação:  “ o povo dos Estados Unidos não está preparado para saber a verdade sobre os extraterrestres”. É possível que estivessem blefando? Ou desviando a atenção para os problemas internos do país? Sim, é possível, sobretudo no caso de Ronald Reagan, criador do programa Star Wars (Guerra nas Estrelas), carreando bilhões de dólares do orçamento da União sob o pretexto de proteção contra possíveis mísseis russos, rivais no processo da guerra fria. O outro ex-presidente em questão é George Herbert Walker Bush, ex-presidente da Cia. Falarei dele mais à frente, bem como sobre o tema do Programa Guerra nas Estrelas.

Sobre isso, cabe, novamente, uma análise dedutiva:

As pessoas envolvidas e fornecedoras de tais informações são esquizofrênicas;

As pessoas envolvidas e fornecedoras de tais informações não são esquizofrênicas, mas necessitam da criação de um mito, de algo que lhes dê sublimação ante um mundo caótico;

As pessoas envolvidas e fornecedoras de tais informações não são esquizofrênicas, mas partindo do mesmo princípio salvacionista, religioso, creem numa ascese, no plano transcendente, tentando se salvar, resguardando-se de uma culpa cristã;

As pessoas envolvidas e fornecedoras de tais informações não são esquizofrênicas, mas, num princípio psicanalítico, a partir do conceito de arquétipo, querem se colocar nas condições de heróis, tendo notoriedade por revelarem ao mundo informações completamente desconhecidas;

As pessoas envolvidas e fornecedoras de tais informações não são esquizofrênicas e, não tendo mais nada a temer, resolveram se rebelar contra a ordem instituída, o que não deixa de constituir um ato de heroísmo, mas, fugindo do princípio de notoriedade, querem tão somente, até por serem pessoas envolvidas em questões de tamanha gravidade, revelar ao mundo o que ele precisa saber.

Um dos problemas da verificabilidade das informações que se seguirão a partir de agora deve-se ao fato de que, ainda que exista um farto material e em larga escala fácil de ser consultado, todos estão disponíveis na internet. Sendo assim, serve o princípio do método dedutivo usado acima.

Voltemos ao caso Roswell. Curiosamente, dez anos depois deste episódio, o governo dos Estados Unidos fundou a NASA, agência espacial, em 29 de julho de 1958. Onze anos depois, o homem pisaria na Lua, 20 de julho de 1969. Em 2015, astronautas que participaram das várias missões (Apollo) começam a fazer declarações, posto que na época foram impedidos.

Parece-nos que a questão da vida extraterrena é cada vez mais plausível, a própria NASA já declarou que em 2020 fará o primeiro contato extraterrestre, afora o fato de até o presente momento 100 milhões de galáxias já terem sidos catalogadas. Factível a hipótese da existência de vida fora da terra, afinal, por que o Universo privilegiaria a nossa espécie?
O problema é que aceitar a existência de vida fora da terra é consequentemente aceitar, ou pelo menos refletir sobre, as inferências a partir de tal pressuposto. Se existe vida fora da terra, já fizeram contato conosco? Já interferiram na nossa evolução? O que querem? Por que nunca fizeram contato?

Tudo o que será exposto foi extraído da internet, lugar onde cada temática possui uma variedade enorme de informações, produzidas por pessoas diferentes, em lugares diferentes, em tempos diferentes, embora, em alguns casos, as informações sejam discordantes em alguns aspectos.

Seres extraterrenos sempre fizeram contato conosco e as evidências estão por todos os lugares, desde as pirâmides existentes em vários lugares da terra (Europa, África, Oriente Médio, na Ásia Setentrional, no Pacífico Sul e nas Américas). [A pirâmide zigurate, reconstruída, em Ur, antiga Suméria; a pirâmide de degraus de Saqqara; as pirâmides lisas de Gisé, Hancock e Bauval; as pirâmides de degraus extremamente decoradas em Chichen-Itza, Monte Alban; pirâmide elíptica de Uxmal; pirâmide de Cholula, na sombra do vulcão Popocatepetl; Três Zapotes, um sítio olmeca; pirâmide-tumba moche, perto da cidade de Sipan; a Pirâmide Branca, perto de Xi’na; as 100 pirâmides na China, perto de Xi’na, em Tongatabu; uma pirâmide-templo no Taiti; antigas em Samoa e em Java; pirâmide de Hellinikon, perto de Argos; as pirâmides de Guimar; pirâmide-monte do Monge, em Cahokia, Illinois; Yonaguni-Jima, situada entre o Mar da China Oriental e o Mar Filipino, dentre tantas outras],  mesmo sem provas de contatos entre tais povos, passando pela arqueologia que encontrou vestígios alienígenas, cujos artefatos, no caso das pirâmides egípcias, foram comprados pelos Rockefeller, segundo alguns sítios publicados na internet.
Todas as informações existentes na internet são verdadeiras? Não, usando o dispositivo – no sentido agambeniano (Giorgio Agamben) do termo -, o upload, qualquer pessoa pode facilmente publicar uma informação sem que necessariamente passe pelo crivo da verificação. A questão é quando a quantidade de dados obtidos é volumosa, variada, e o pior, sem que haja uma contrapartida das partes apressadas e interessadas em desmentir certas notícias. Além do mais, cada vez mais, quando uma notícia é falaciosa, tem ocorrido de se publicar a informação verdadeira.

Como se não bastassem os uploads da internet, sítios de notícias em textos, há uma variegada diversificação de vídeos feitos por pessoas anônimas, cujo caráter de verdade foi comprovado por especialistas em imagens, bem como também uma quantidade de outros que já foram desmentidos.

As pessoas montaram tais vídeos? Todos? Inclusive os que passaram e foram discutidos em canais de televisão ao redor do mundo, especialistas em imagens?

Qual a relação dos extraterrenos com as teorias conspiratórias? Se existe vida além-terra, todos os humanoides, mais avançados tecnologicamente, caso contrário não teriam naves interestelares, não fizeram contatos com governos e têm se mantido em segredo todo este tempo? Resposta, não. Como citado acima, o ex-ministro da defesa do Canadá, Paul Hellyer, a ex-executiva do Banco Mundial, Karen Hudes, o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, declararam enfaticamente que alienígenas trabalham para o governo dos Estados Unidos.

Eles, os alienígenas que trabalham para o governo dos Estados Unidos, são os Reptilianos e estão conosco há muito tempo, inclusive colaboraram com os Nazistas, sobretudo no desenvolvimento da ÁGUA FLUORETADA, e posteriormente com outros países, tais como os Estados Unidos no que tange ao HAARP, INSETICIDAS E AGROTÓXICOS CARREGADOS DE ALUMÍNIO, ARSÊNIO, BÁRIO, BORO E FLÚOR; ALIMENTOS GENETICAMENTE MODIFICADOS; 440 Hz (determinado pela organização internacional de normalização (IS0) como padrão geral de ajuste para o campo musical.

Sobre o HAARP, ou programa de alta frequência da Ionosfera, é um programa militar até então secreto, desenvolvido pela marinha e exército estadunidense. A alegação é de que desenvolviam transmissão de longa distância entre submarinos e aviões, já que na ionosfera não existem interferências. Mas a Rússia alega que na verdade se trata de uma arma militar responsável por terremotos e tsunamis. O que as ondas sonoras fazem é mexer nas placas tectônicas. As declarações do ex-Vice-Secretário da Força Aérea dos E.U.A, David Walker, colocam um ponto final da teoria da conspiração quanto a este aparelho, pois ele afirmou que, de fato, interfere no clima da terra.

2) SOBRE O FLÚOR. O flúor calcifica a glândula pineal, epífise neural, responsável pela melatonina, hormônio responsável pela regulação dos ritmos do corpo (ciclos circadiano), relógio biológico e o sono. Existem pesquisas que alegam o Alzheimer está associado à calcificação desta glândula.

3) SOBRE O CHEMTRAIL. Ou a pulverização de nossas lavouras, a quantidade de metais pesados está associada à aparição de várias doenças.

4) Alimentos geneticamente modificados. Existe um longo debate sobre isso, alguns países já proibiram, enquanto no Brasil estamos retirando os rótulos de tais produtos.

5) 440 Hz. Mozart e Beethoven sabiam disso. Essa frequência promove dispersão, irritação, agitação. O sentido é nos tornar irreflexivos, ávidos por mais agitação, mais frenesi.

O conjunto destes elementos, associado às outras questões, chama-se Matrix. Tudo feito para nos matar e dispersar. Qual o objetivo? Não questionarmos, não refletirmos sobre o modelo de vida que escolhemos e vivemos, aceitando informações mentirosas da mídia, controlada pelo capital, impondo um padrão de vida, regimes políticos, padrões econômicos, tal como o consumo desenfreado esgotando os recursos naturais da Terra, forçando guerras e destruindo questões interétnicas, tais como as tribos indígenas ou outros povos, alimentando a indústria do agrobusiness que irresponsavelmente destrói áreas de preservação ambiental.

Existe uma metáfora dos reptilianos na Bíblia (a serpente que “enganou” Eva, uma alegoria do início da raça humana, Eva como um símbolo de nossa criação). Os reptilianos são acusados de interferirem diretamente no nosso processo evolutivo, com o fito de nos aprisionar. Quando a Bíblia usa a expressão: “ e a partir deste momento” – referindo-se ao ato de comer a maçã -, sereis como um de nós, conhecedores do bem e do mal” (Gênesis 3; 5), ou seja, em troca de informações importantes, inclusive de mutações genéticas, hibridização de raças, têm nos enganado, influenciando na nossa forma de compreensão do mundo, além de terem estimulado guerras, divisões como forma de nos manter na matrix.

Isso nos redime ou exime nossa responsabilidade sobre quem somos e nossas escolhas? De forma alguma, sobretudo porque tudo foi feito com o consentimento de nossas lideranças políticas, além do fato de que a imensa maioria não sabia de nada, reforçando o caráter cultural de segregação, distanciamento, arrogância e superioridade em relação a outros povos da terra. Que trágico!!! Nós nos sentindo superiores em relação a outras culturas, quando na verdade estamos bem abaixo tecnologicamente de outras raças humanoides.

Dentre as raças mais evoluídas que os terráqueos, estão os lemurianos, vivendo bem abaixo de nós, mais aproximadamente a 2000 km de profundidade do solo da terra. O poço mais profundo cavado pelo homem fica na Rússia, em Kola, e mede apenas 12.262 metros, ou seja, pouco mais de 12 km. Não existe tecnologia nem material suficiente para cavar tal profundidade.

No entanto, é possível chegar a tal lugar por dois lugares: os centros dos polos norte e sul. Quer dizer então que a terra é oca? Exatamente. Existem vídeos produzidos pela NASA que atestam tal fato, além do que, se não fosse proibido internacionalmente sobrevoar tais regiões sob a alegação de pane e defeitos nos equipamentos dos aviões, qualquer um poderia facilmente avistar tais entradas. Boa parte dos OVNIS que avistamos sai de dentro da terra. Eles têm nos observado há milênios e contribuído para o equilíbrio de Gaia, Terra, Tiamat, alguns nomes que algumas civilizações deram ao nosso planeta, visitado desde sua tenra criação.

Uma das raças que atribuíram o nome da terra de Tiamat foram os Annunakis, autointituladores de criadores da raça humana, por terem antes dos reptilianos exercido a capacidade de hibridização entre várias raças, dentre eles próprios e nós. Existe algum vestígio desta civilização na terra? Sim, os gigantes que, vez por outra, são encontrados em sítios arqueológicos, seriamente criticados por outros arqueólogos. Os Annunakis foram os primeiros a serem cultuados pela raça humana como deuses, pela incapacidade de compreensão sobre a existência de vida além-terra. Sinais da existência de tal raça existem em construções sumérias-acadianas, babilônicas, além das pesquisas que atestam a existência de fósseis de humanoides gigantes espalhados pela terra, tais como os da Ilha de Páscoa, descoberta em 1722 pelo navegador holandês Jacob Roggeveen, que “descobriu a ilha e relatou sobre os gigantes em seu diário, em várias partes dos Estados Unidos e também Europa e Ásia.”

E a questão dos dinossauros, desapareceram com a queda do meteoro? Não, foram levados para outros lugares, bem como os gigantes da ilha de Páscoa e os Maias, que desapareceram antes da chegada dos espanhóis.

Os vestígios de dinossauros que são encontrados foram aqueles que morreram antes de serem retirados da terra. Ora, se povoaram a terra aos milhões, não seria razoável encontrar milhões de fósseis? Quanto aos Maias, ainda prevalecem as teorias de escassez alimentar, fruto da crise agrícola, da guerra civil e dos sacrifícios matando a todos. Pois bem, onde estão esses ossos?

O Universo é bem maior do que nossa vã filosofia possa presumir. Todos pertencemos ao Cosmos, vimos de outros lugares e para outros lugares iremos. Ninguém é indefinidamente e infinitamente de um único lugar. Assim como outras civilizações já passaram por aqui e foram para outros orbes, o mesmo acontecerá conosco, civilização chegada à Terra provavelmente há 10.000 anos atrás.

A Terra está passando por um brutal processo de transformação e muita gente não quer que tais informações cheguem à tona. Dentre esses grupos políticos, estão os Illuminati (as 28 famílias mais ricas da terra, donas de bancos, indústria do entretenimento, empreiteiras e vários negócios), aliados da Cabala Escura, grupo conspiracionista, dos nazionistas, que controlam governos como o de Israel, máfias, tais como a sociedade dos Dragões Brancos, e, claro, os reptilianos.

A questão é que a verdade não pode ser escondida durante muito tempo. Já existe farto material sobre a fraude do 11 de setembro, a queda das torres gêmeas do World Trade Center – basta ler a denúncia de Michael Moore em Stupid White Man ou assistir seu documentário Fahrenheit 11/09 ou ainda aos documentários dos bombeiros sobreviventes que afirmam enfaticamente que ouviram as explosões de baixo, subsolo dos prédios para cima após o choque dos aviões -, a comprovação de que os Estados Unidos criaram, patrocinaram o Estado Islâmico, assim como havia se aliado ao Talebã em 1979, durante a ocupação soviética no Afeganistão.

O curioso é que todo esse riquíssimo material pode ser acessado pela internet, instrumento inventado pelas forças armadas dos Estados Unidos como instrumento de comunicação. Acontece que não é possível controlar a circulação das informações e a internet tem sido usada, inclusive, para se contrapor à grande mídia, controlada pelo capital.

Para se ter uma ideia de como o feitiço virou contra o feiticeiro, basta ver o “perigo da Deep web”, submundo da internet onde os IP’s (identificação dos computadores) são apagados e são completamente controlados por hackers, transmutando um mundo subversivo de informações sem controle dos governos. Existem pelo menos 8 camadas de acesso à Deep Web e os últimos somente especialistas em TI podem acessar. É de lá que o Wikileaks, através de Julian Assange, publiciza os documentos até então mantidos em segredos por governos, e de lá também que Edward Snowden faz suas revelações, tais como a existência de ET’S, a vigilância de cidadãos estadunidenses e de chefes de Estado por parte da CIA.

Cientistas estão assustados com o que estão chamando de “a chegada de Universos paralelos à terra”. O mundo tal como conhecemos e concebemos irá mudar radicalmente, a partir das revelações que por hora começam a aparecer. Mas não só com a descoberta de mundos paralelos, como também com a chegada do Planeta Nibiru, “o segundo sol”, cujo movimento elíptico de passagem pela terra está previsto entre 2016 e 2019, causando grandes catástrofes naturais. Por conta da descoberta do movimento deste planeta, 14 trilhões de dólares sumiram do orçamento dos Estados Unidos em 2008, período do governo Bush, o filho, causando a crise econômica mundial naquele ano, além da crise imobiliária. Este dinheiro foi usado para quê? Construção de abrigos, de um plano de emergência, em caso de uma hecatombe mundial.

Dentre outras revelações que vão chocar o  mundo, está a de que durante este tempo todo Annunakis, reptilianos e grays (estes últimos responsáveis por abduções, sequestros e experimentos genéticos em seres humanos) não querem que saibamos da verdade e estão por detrás da mídia e de uma parte da indústria cinematográfica, cuja temática sempre foi a de que alienígenas são inimigos e querem dominar a terra espalhando medo, paúra e terror, uma estratégia metanarrativa de usar a própria imagem de dominação, como se não fossem eles os responsáveis por isso, atribuindo a outros alienígenas, adversários desses citados e nossos aliados no processo de nossa evolução ética, cultural e espiritual, tais como os: lemurianos, arcturianos, pleiadianos, andromedanos e uma infinidade de humanoides esperando a hora para se revelarem. E não falta muito.

Foram estes últimos que impediram guerras nucleares, fazem constantemente um processo de restauração da terra e monitoram nossas atividades nucleares. Como é possível entrar em contato com eles? Desdobramento astral, telepatia. É dessa forma que centenas de milhares de pessoas ao redor do mundo têm transmitido seus recados à humanidade e nos alertado sobre as ações dos illuminati, da Cabala Escura, dos Nazionistas e das falsas informações circulantes pela rede.

Bob Dean é um ufólogo e ex-militar aposentado dos Estados Unidos que participou de várias operações, como na Guerra da Coreia. Bob conseguiu provas de OVNIs pairando pelos céus há muito tempo omitidas pela NASA, dentre tais provas estão fotos da missão Apolo 13 sobre uma espaçonave de 3.200 km de comprimento e 800 km de largura estacionado perto da órbita de Saturno. Essas fotos estão disponíveis da internet.

A glândula pineal, calcificada durante centenas de anos pela água fluoretada, pela nossa alimentação contaminada, pela frequência em 440 hz, é também o órgão responsável pela abertura do terceiro olho, responsável pelas sensações, percepções, tais como a telepatia.
Ainda falta falar de George H W Bush, o pai. Ex-chefe da CIA, proibiu o então presidente Jimmy Carter de ter acesso aos documentos secretos sobre alienígenas. Pergunta: a quem então o presidente da CIA respondia? Por que negou informações ao Presidente da República? Não é curioso que o pai e o filho se envolveram em duas Guerras: a do Golfo e a do Iraque? Sendo esta última uma completa farsa, sob a alegação de armas de destruição em massa destruindo o Iraque, que até hoje nunca se recuperou?

A terra passará à 5ª dimensão, outra forma de conceber a existência, longe da dualidade conteúdo-forma, bem-mal, verificação-intuição, dedução-sensibilidade. A forma como compreendemos a história irá mudar radicalmente e também nossa posição no universo.
Os terríveis atentados de 13 de novembro de 2015 em Paris, que mataram mais de 100 pessoas, assumidos pelo Estado Islâmico, fazem parte de uma longa estratégia de dominação: dividir para conquistar. O nosso modelo civilizacional entrou em colapso pelo fato de ainda nos vermos como inimigos, cujos interesses do capital escravizam, empobrecem, matam, torturam bilhões de pessoas ao redor do mundo.

Existem forças que controlam o planeta que não querem nossa libertação. Não é momento, nem há mais tempo de nos enxergarmos como adversários, ou superamos esse paradigma ou a matrix irá vencer.

Precisamos de heróis, de ações ulteriores, de salvadores além-Terra para nos libertar? Não, mas o aparato tecnológico em poder dos reptilianos é muito grande e forte, podendo inclusive desencadear uma guerra nuclear, cujos efeitos afetariam o cosmos e não apenas a Terra. Por isso, nossos aliados estão estacionados na Lua e passam constantemente pelo buraco de minhoca existente na órbita de Saturno, esperando o momento certo para se comunicarem, estão esperando a Matrix ser desmascarada e, sobretudo, se houver ameaça de uma terceira guerra mundial, sobretudo porque recentemente um ataque a tais naves existentes na Lua foi orquestrado pelos Estados Unidos, Canadá, França, Inglaterra e Alemanha, sem sucesso.

Iremos passar à 5ª dimensão, alguns afirmam que são 32 os níveis de consciência. A literatura irá desaparecer? Ela, a literatura, também mudará de estágio… começará a digerir sobre o tempo que estávamos hibernando na matrix e idealizar como serão as próximas etapas.

Até lá, compete a cada um duvidar e questionar tudo, investigar, perscrutar, estudar e, sobretudo, consultar o seu “eu” superior, este está acima de qualquer suspeita, de qualquer teoria conspiratória ou pseudociência.

“Estabelecerei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o descendente dela; porquanto, este te ferirá a cabeça, e tu lhe picarás o calcanhar” (Gênesis 3: 15).

A única chance de cambiarmos a história da humanidade é mudarmos nossa vibração energética, nossa forma de concebermos o “outro”, como se o outro não fosse eu, não verdade todos somos Um, só existe Um, não existe fragmentação, a divisão é uma ilusão, isso sim, uma verdadeira quimera, pesadelo, alimentando durante milênios o ódio, a disputa, a morte. Enquanto não vibrarmos no Amor, a maior de todas as energias e fonte de tudo, não conseguiremos nos desvencilhar da Matrix.

O que vai acontecer com os reptilianos, Greys e todos aqueles humanos que quiserem permanecer na 3ª dimensão ou a prisão ao poder, dinheiro, engano, consumismo, degradação ambiental, ódio, guerras? Não poderão permanecer aqui, irão para orbes cujo padrão energético é compatível com o seu grau de desenvolvimento ético, espiritual, cultural. A opção de tomar a pílula azul ou vermelha é de cada um.

Escatológico? Mítico? Religioso? Messiânicas tais afirmações? Repetição de um padrão cultural existente há milênios numa atitude desesperada ante um mundo caótico? Pode ser, não sou dono da verdade e os milhares que corroboram com tais afirmações, já que isso é sustentado por milhões ao redor do mundo, talvez não passem de um sentimento de esperança, ilusão, utopia como uma grande capacidade de sublimar suas frustrações, de imaginar um paraíso fora daqui, mesmo padrão religioso. Acontece que existe uma diferença entre o enfoque que a mídia dá às catástrofes, se alimenta de desgraça, da audiência, além de ser uma estratégia política de divisão e alimentação de desesperança. Ademais, não é verdade que o mundo está pior, está cada vez melhor, basta olharmos os avanços em vários lugares, apesar dos recuos e ações isoladas, além da sabotagem dos que não querem a descoberta da verdade.

Por que acredito que tudo será descoberto e vamos ultrapassar o paradigma da Matrix? Porque a vida não é aleatória, ela tem seus mistérios e propósitos e ela não legisla contra si.


Até a Academia e o pensamento científico, últimas fronteiras de resistência ao padrão de produção de saber pela lógica acumulativo-capitalista, gerando alienação, desumanização e hiperespecialização, começaram a rever seus postulados e ampliar as percepções sobre o cosmo, sobre os mistérios do mundo, porque como afirmei: tudo é UM